SOBRE NÓS

MUDAR AÇÕES INDIVIDUAIS

PENSANDO NO COLETIVO



A re•co•lher é um negócio social que busca apanhar o plástico antes que chegue aos aterros ou oceanos, utilizando-o como matéria prima para novos produtos, sempre com um viés colaborativo e inclusivo, co-criando produtos e ações que colocam as pessoas como o elemento chave das soluções.


Tendo como foco este destino incorreto e o baixo nível de reutilização de plásticos, já que Portugal recicla anualmente apenas 41,8%* deste material e o restante é encaminhado para aterros sanitários ou incineração, nosso objetivo é dialogar sobre a visão equívoca sobre este material, que muitos costumam dispensar, deitando fora por considerarem lixo e não uma matéria prima. Através de sua reutilização e valorização econômica, a proposta é reintroduzi-lo na economia de maneira circular, revisando valores e escolhas. 


Nosso desafio como empresa, é mudar decisões individuais pensando no coletivo, através de ações práticas e participativas de aprendizagem comunitária, que reutilizam plástico descartado e atribuem valor económico a este material.  


*Fonte: PlasticsEurope (2018). Plastics – the Facts 2018. An analysis of European plastics production, demand and waste data.

PANORAMA ATUAL

O plástico enquanto utilitário não é inerentemente mau. Suas propriedades técnicas possibilitam elevada resistência e baixo peso e custo, ou seja, um material que melhorou nossa vida em muitos aspectos. No entanto suas características também o tornam nocivo quando descartado incorretamente no ambiente, principalmente porque ao longo dos anos, aprendemos que é um material prático, descartável e gratuito, o que acabou por contribuir para um estilo de vida cômodo, em que é comum consumir produtos feitos com plástico a qualquer momento e lugar, e simplesmente descartar estes itens, muitas vezes após uma única utilização e/ou por um curto período de tempo (ainda que demore centenas de anos para se decompor).  


Em Portugal, existem inúmeros esforços no sentido de reduzir a utilização de plásticos descartáveis, mas ainda há falta de informação e transparência na publicação de dados. É urgente então, pensar em programas que envolvam empresas, governos e sociedade civil, para enfrentar a crise da poluição por plástico. Todas as partes interessadas na cadeia de valor deste material, da produção ao consumidor, passando pelas políticas públicas, devem estar alinhadas para uma ação conjunta e concertada.


 
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